O buzz entorno do episódio @marcelotas já passou, mas ainda rendeposts e twittes por ai e o debate sobre a questão do post pago e seus correlatos segue apimentada. Para quem ainda não sabe, esse trecho da Austrália faz parte de uma etapa especial da viagem, o roteiro foi uma sugestão da equipe da West 1 que, junto com a Revista Up!, patrocinou os custos da viagem, meus e do sortudo (ou competente?) Davi . Como se não basta-se a YHA Australia, uma grande rede mundial de hostels ofereceu todas as diárias entre seus hostels que cobriam o roteiro, ou seja, todas as cidades. No último minuto a ISIS aparece com um seguro saúde e de bagagem durante a minha estadia pela Down Under.
Tudo isso, claro, não surgiu do nada, não pelos meus fictícios “belos olhos”. É parte de uma parceria entre as empresas e a Revista Up e as empresas envolvidas para patrocínio da veiculação do conteúdo que produzo. Bom para mim e para a revista já que gastamos muito menos para produzir conteúdo, bom para o leitor que vai ter acesso a informação sobre uma boa parte da Austrália, bom para a West 1, YHA e ISIS que gastaram suas verbas numa forma de comunicação inteligente. Eu chego em algum lugar da forma e com a estrutura que meu dinheiro permite. O que me faz decidir entre um hostel e outro é basicamente se eu posso ou não pagar por ele, entre outras coisas, mas com muito peso. Se me oferecem vôos, todos os hostels e seguro saúde na faixa, porque não aceitar? Porque envolve publicidade? Ai está a chave, este é um blog de viagem, que pública informações para viajantes, além de outras coisas.
Não tenho opinião sobre hostels que eu não fui, por motivos óbvios, quando escrevo sobre hospedagem me baseio no que eu vejo de opção e na experiência nos hostel em que fico. O mesmo com basicamente todos os serviços de que me utilizo durante a viagem. O seguro saúde não usei, afinal, é pra isso que a gente compra, pra nunca ter que usar. Mas parecia ser certinho, conjunto com a Unibanco, tinha até cobertura para esportes. Mas os hostel eu usei. E com gosto, são bacanas, muito bem estruturados com tudas as facilidades que você possa imaginar. Se a YHA já sabia disso e me ofereceu justamente porque sabia que eu ia gostar, sorte deles, já falei e mal de muita cama por aqui. Também já falei muito (bem e/ou mal) de outras empresas sem receber um tostão.

O blog é meu, falo o que eu quero.
Ou seja, a viagem foi patrocinada, esse post não, nem qualquer outro. Eu escreveria sobre o hostel com ou sem patrocínio, no lugar da YHA estaria outro hostel qualquer e eu daria minha opinião de qualquer forma. Todo esse meu “mimimi” justamente porque amanhã tem Especial Hospedagem – Austrália, e não quero nenhuma manifestação anti-capitalista desavisada nos comentários de lá. Mas aqui eu quero!
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