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13 ago 2009 ESPECIAL MOVER – Tailândia

Então você opta, ou resigna-se, e a Tailândia vira seu destino. Ah, a Tailândia, não cansarei de repetir até voltar, quando declamarei novamente. Ah, a Tailândia. Ela é assim pra quem foi, pra quem quer ir o “Ah” pode ser substituído por “Puetz!” ou qualquer expressão de quebra do fluxo de prazer. Pra ser mais claro, R$ 3.100. Um ida e volta direto entre Guarulhos e Don Muang de Bangkok, pela British em 3 semanas de um conveniente Novembro deste ano. Mas calma pequeno gafanhoto, isso com poucos cliques naquele site de passagens. Se você gosta da brincadeira, em minutos ou horas de cliques é possível chegar num São Paulo – Dubai – Cingapura – Phuket por R$ 2.600, quase nas mesmas condições da anterior. Para resolver a equação use esse, esse, esse e este aqui. Eu avisei.

Quanto mais perto da Tailândia você estiver, mas fácil fica chegar, de avião, principalmente. Tenha o prazer, ou não, de conhecer a Air Asia e seus irmãos ching ling, mas não se engane, estamos falando ainda de Singapure e Quantas. Agora pode se enganar! Um trecho Tóquio – Cingapura por R$ 600 reais é possível, com horas de prática a Ásia fica pequena.

Voltamos a Tailândia, passaporte brasileiro, CARTEIRA DE VACINA, um sorriso daquela moça simpática e um visto de 90 dias. Se estiver em Bangkok ou Phuket (onde mais?) uma boa opção de ônibus executivos podem te levar, por cerca de 5 dólares, ao centro e as principais malhas de hotéis da cidade. Daí para frente se movimentar pela Tailândia é tarefa fácil. Da dor ao prático, um acento com inclinação de 90o na terceira classe de um trem ventilado a janela, cruzara de Chiang Mai a Bangkok ou a capital a Phuket por cerca de 15 reais. Um vôo pode sair por R$ 30. Se você ta na turma do menos trabalho, mais conforto, menos dinheiro, mais festa, experimente os ônibus executivos (leito ultra super VIP extreme cheap cheap) que servem as mais badaladas “thai routes”. Só a galera! Morô? . Não faço idéia de como é dirigir numa estrada tailandesa, mas por interpretação visual, sugiro evitar se houver dúvida.

Dos grandes centros para as praias, com o tempo, a passagem natural é dos taxis para as motos ou bicicletas. Em Bangkok os taxis serão desnecessários, entre monotrilhos, ônibus, barcos e tuc-tucs, serão certamente a ultima opção. Entre as alternativas, os triciclos motorizados e cobertos (tuctuc), merecem atenção especial. Estão disponíveis em todos os lugares e são oferecidos, por vezes, a preços irrecusáveis, o destino, só o motorista sabe e certamente tem relação com comissão, sempre conhecem um restaurante, aquela loja especial, um show muito bom. Ping-pong, tuc-tuc! Ainda assim confie nos ônibus ou seus correlatos (caminhonetes, caminhões, jipes e vans). Se os locais usam, pode ir que é seguro e barato.

A medida em que vai se afastando dos grandes centros e se familiarizando a maneira de se locomover na Tailândia, considere alugar uma moto ou uma bicicleta. Uma pequena moto com cambio automático é seu por cerca de R$ 10 reais ao dia, com mais R$ 8 o tanque está cheio e o sol forte é o limite, vá até a praia mais longe que sua razão permitir, mas vai tranquilo pra não entrar nas estatísticas de acidentes envolvendo motos, animais, gringos, tailandesas vestidas de forma indiscreta e locais.

Tem mais fotos sobre o tema no flickr.

27 jul 2009 Como perder uma volta ao mundo

A verdade é que eu cansei de levar bronca, sei que mereço cada uma delas, mas cansei da minha própria burrice. Meus amigos perguntam, o que você vai fazer com as suas milhas? Milhas, que milhas? Acreditem, eu não tenho milhas, ao menos as companhias aéreas não sabem disso, porque elas simplesmente não sabem que eu existo. É triste, mas considerando apenas os trechos dos últimos 6 meses, teria pontos para aceitar o convite de uma amiga e ir a New York em novembro para umas férias. Se incluísse nessa conta o cartão de crédito poderia, ainda, levar alguém comigo.

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Quem me levou, não apenas a escrever este post, mas finalmente a me inscrever em todos os programas de milhagens que existem no planeta foi outro amigo que viaja com regularidade de Curitiba a São Paulo, não mais que 1000 quilometros por semana e já começou a transformar seus pontinhos em finais de semana agradáveis. Não saberia responder agora qual a melhor maneira de utilizar e administrar os pontos, mas aprendi que é necessário atenção sob pena sofrer de depressão pós milhagens perdidas. E devo dizer, perder milhas é mais fácil do que parece. Seguem algumas dicas:
1.    Não de atenção as ofertas do site da sua Cia aérea ou as correspondências do seu cartão de crédito, programas de fidelidade são para os fracos, afinal, quase todos mudam de cartão mensalmente e no Brasil temos centenas de Cia aéreas que não tem programas de milhagens;
2.    Aquele papel que vem na xícara do café, dentro do avião, que te cadastra em um programa de milhagem assim que preenchido e entregue não serve para nada, além de dar muito trabalho pegar uma caneta;
3.    Ignore a pessoa ao seu lado que acabou de ganhar um upgrade por conta de suas milhagens. Não, ela não trocou, mas é membro de um plano de fidelidade e mereceu a prioridade para solucionar um overbooking.
4.    Assim que perceber a burrice que fez pela primeira vez, apenas lamente e planeje o que poderia ser feito com todas aquelas milhas esquecidas, elas nunca mais serão recuperadas;
5.    Repita os passos 1 a 4 até não mais poder conviver com isso, escreva um post e faça seu cadastro num plano de milhagens, daqui um ano você também vai escrever um post, mas sobre as férias em New York!